CONHEÇA OS CO-CANDIDATOS
DA BANCADA ATIVISTA

Mônica Seixas

Mônica Seixas

Co-candidata que aparecerá na urna!
Mãe, jornalista, feminista negra e ativista socioambiental. Cofundadora do coletivo Itu Vai Parar e líder RAPS, é moradora da roça e foi candidata a prefeita pelo PSOL de Itu, no interior paulista, onde liderou a mobilização contra o desabastecimento d'água que durou quase um ano.


Anne Rammi

Anne Rammi

Co-candidata
Artista, feminista e ciclista. Mãe de três e defensora da representação política das mulheres mães, integra movimentos pela proteção integral de todas as infâncias, erradicação da violência obstétrica e promoção da amamentação. Articulista do Mamatraca e criadora do Novos Diálogos da Escola Pública, é também conselheira participativa municipal na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo.


Chirley Pankará

Chirley Pankará

Co-candidata
Indígena da etnia Pankará, pedagoga e mestre em educação pela PUC São Paulo. Coodenadora Geral do Centro de Educação e Cultura Indígena - Ceci Jaraguá. É especialista em educação escolar indígena e militante das causas dos povos originários.


Erika Hilton

Erika Hilton

Co-candidata
Transvestigênere, negra, estudante de Gerontologia na Universidade Federal de São Carlos, no interior paulista. Luta pelo direito à vida, dignidade e direitos sociais e humanos para todas as que são marginalizadas e excluídas pelo CIStema.


Paula Aparecida

Paula Aparecida

Co-candidata
Professora da rede pública estadual na Zona Norte de Sampa e conselheira estadual da APEOESP - Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo. Militante feminista, anti-capitalista, vegana e pelos direitos dos animais. Está na luta por uma educação de qualidade que rompa com o modelo de escola-prisão para os filhos de famílias de baixa renda, que valorize as profissionais da educação e que unifique professoras, mães, pais e crianças.


Jesus dos Santos

Jesus dos Santos

Co-candidato
Nordestino, imigrante, militante da cultura e da comunicação popular nas periferias. Constroi o movimento negro, é morador da Zona Norte de São Paulo, conselheiro participativo municipal da Vila Maria e constroi a Casa no Meio do Mundo. Ajudou a impulsionar a Frente Única da Cultura SP contra o desmonte das políticas culturais na capital.


Claudia Visoni

Claudia Visoni

Co-candidata
Jornalista, ambientalista e agricultora urbana. Trabalha pela agroecologia e contra os agrotóxicos, pelo manejo sustentável dos recursos hídricos e contra os resíduos. É articuladora de redes de permacultura, uma das fundadoras do grupo Hortelões Urbanos, do Movimento Cisterna Já e da União de Hortas Comunitárias de São Paulo.


Fernando Ferrari

Fernando Ferrari

Co-candidato
Morador do Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo, pai e militante do Movimento Cultural das Periferias. Pelos direito humanos e contra o genocídio das juventudes pobre, preta e periférica. Está atuando pela construção participativa dos orçamentos públicos.


Raquel Marques

Raquel Marques

Co-candidata
Sanitarista mestre em Saúde Pública e Saúde Materno-Infantil, doutoranda em Medicina Preventiva pela Faculdade de Medicina da USP e ativista da saúde. Presidente da Associação Artemis, aceleradora social focada na promoção da equidade de gêneros e no ativismo pelo parto humanizado.



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Perguntas e respostas

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Somos um movimento suprapartidário dedicado a eleger ativistas para o poder legislativo em São Paulo, composto por pessoas com atuação em múltiplas causas sociais, econômicas políticas e ambientais. Visamos oxigenar a política institucional e promover os princípios e práticas que defendemos, de maneiras colaborativas e pedagógicas que fujam dos vícios da política tradicional. Nas eleições de 2016, apoiamos oito candidaturas para a Câmara de Vereadores, e dentre elas Sâmia Bomfim foi eleita.

Para as eleições de 2018, estamos dando um passo além e construindo uma candidatura coletiva para Deputada Estadual, em que 9 ativistas estarão juntas em um único número na urna.

Temos foco na disputa para Deputado Estadual.

Ao invés de promover candidaturas individuais como em 2016, desafiaremos a política tradicional construindo uma candidatura coletiva que unirá 9 ativistas representantes de diversas causas e territórios em torno de um mesmo número na urna.

A ideia é eleger não uma pessoa, mas um grupo de pessoas com sólida trajetória de atuação na sociedade, que comporão juntas um mandato também coletivo.

Eleger um movimento de ocupação política, que dentro da Assembleia Legislativa dará grandes passos na defesa de pautas progressistas - com total abertura a quem quiser somar esforços, e metodologias de participação que radicalizem a democracia.

A lei só permite que uma única pessoa apareça na urna, mas Deputados Estaduais podem montar uma equipe para seu gabinete - e a nossa ideia é ter todas as co-candidatas como parte da equipe.

Assim, compartilhariam as responsabilidades e tomariam decisões juntas em uma experiência totalmente coletiva e colaborativa, juntando suas ideias, vozes e forças para enfrentar os desafios da Assembleia Legislativa de São Paulo

Todos os Deputados Estaduais contam com um orçamento fixo para montar equipes com 16 a 32 assessores.

Via de regra, se esse recurso não é utilizado ele não volta para os contribuintes, e nem é destinado a saúde ou educação: fica à disposição para o presidente da Assembleia Legislativa (em quem você provavelmente não votou) decidir como usar. Se queremos mesmo reduzir os gastos públicos a melhor forma de fazer isso é montando uma boa equipe capaz de construir um bom mandato e lutar uma revisão geral de todo o orçamento - essa é a nossa intenção.

Nosso processo de tomada de decisão tem três etapas.

A primeira é a busca por consenso por meio do diálogo cotidiano - sempre fomos capazes de resolver a enorme maioria das questões assim.

Caso se mostre difícil chegar a uma conclusão, o passo seguinte envolve uma deliberação sociocrática: processo que consiste em alguns poucos ciclos de votação acompanhados de argumentação, por meio do qual o grupo caminha rumo a uma decisão coletiva.

Se ainda assim não for possível chegar a uma conclusão, ou se não houver tempo disponível para processos mais longos de diálogo e deliberação sociocrática, quem toma a decisão é a co-candidata e futura co-deputada com mais experiência no assunto em questão.

É importante destacar que o movimento da Bancada Ativista vai além do grupo de co-candidatas e futuras co-deputadas, envolvendo muito mais gente. Esse grupo amplo e aberto também se envolve nos processos e discussões. Para além disso, temos a intenção de construir um conselho político para o mandato que incluirá representantes de diversas causas e territórios e nos aconselhará regularmente.

Acreditamos que política se faz de perto, e que as mudanças de que precisamos exigem construção de base e conhecimento profundo da realidade local. É em São Paulo, local de origem da Bancada Ativista, que podemos oferecer nossa melhor contribuição. Assim como ocorreu nas eleições de 2016, temos certeza que se fizermos uma boa campanha em 2018 nossas ideias e provocações se espalharão pelo país, e contribuirão para o surgimento de cada vez mais iniciativas dedicadas a mudar a forma como fazemos política.

O poder Legislativo serve como porta de entrada para a política institucional, e por comportar um número maior de candidaturas abre mais espaço para iniciativas que desafiem a lógica tradicional do nosso sistema político. Além disso, apesar de ser tão importante quando o poder Executivo, ele geralmente recebe muito menos atenção no período eleitoral, e achamos importante ajudar a mudar isso. Dentre os cargos em disputa nas eleições de 2018, escolhemos o de Deputada Estadual pela mesma razão que optamos por manter o foco em São Paulo: é o que está mais próximo da realidade cotidiana das pessoas, e antes de disputar a agenda nacional nos parece importante fortalecer o trabalho a nível local.

Como a lei ainda não permite candidaturas independentes, optamos por fazer nossa construção pelo PSOL. Contudo, mantemos nosso caráter independente e pluripartidário - no grupo das 9 co-candidatas há pessoas filiadas ao próprios PSOL, à Rede Sustentabilidade, e também pessoas que não são filiadas a nenhum partido. Também seguimos defendendo que no Brasil passe a ser permitido lançar candidaturas independentes e listas cívicas.

As co-candidatas da nossa campanha coletiva foram escolhidas consensualmente por meio de um longo processo de diálogos com ativistas, movimentos e coletivos interessados em se candidatar ou indicar nomes

Todas as atividades da Bancada Ativista são financiadas por doações de pessoas físicas envolvidas com o movimento ou apoiadoras das nossas atividades. Aqui você encontra nossa prestação de contas, e aqui você pode fazer uma doação.

Nosso foco é na nossa candidatura coletiva para Deputado Estadual, e estamos construindo dobradas com candidaturas para Deputado Federal. Co-candidatas e outros membros do movimento tem liberdade para se posicionar como preferirem para outros cargos em caráter pessoal, mas o movimento em si não apoiará ninguém.

Construímos nossa estratégia e linhas de atuação em grupos de trabalho e espaços de plenária. As portas estão abertas a qualquer pessoa que quiser somar esforços. Grupos de trabalho têm autonomia para tomar decisões a respeito de qualquer assunto que não vá de encontro a decisões já tomadas em plenária. Caso seja proposta uma mudança de rota, a plenária deve ser antes consultada. Decisões geralmente ocorrem por consenso.